Medíocre é uma pequena coletânea de Biu, com capa serigrafada, ilustrada por Stêvz, e com tiragem de 200 exemplares numerados. O livro vem com trilha sonora do selo Sirva-se Records. No CD, músicas compostas por Cumulus Absurdum, Zefirina Bomba, Lúcio Maia (da Nação Zumbi) e André Pâncreas. A produção é de Robx.
Café Concerto é, ou era, um cabaré em João Pessoa e que fica, ou ficava, na Rua da Areia.
o audio você tem no livro e na trama virtual
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* Zefirina Bomba é uma banda que surgiu na Paraíba e está em São Paulo há alguns anos. Formada por Ilsom, Guga e Martim (e assessorada pela Thelma), pode ser encontrada no Myspace, Trama Virtual, Fotolog e no Twitter.
*Os Haxixins é grupo de garage rock paulistano, que já fez duas turnês pela Europa e estreou seu novo videoclipe, Depois de um LSD, na MTV. Contatos no endereço: www.myspace.com/oshaxixins.
*Thomas Alva Edison (Milan, 11 de Fevereiro de 1847 — West Orange, 18 de Outubro de 1931) foi um inventor e empresário dos Estados Unidos que desenvolveu muitos dispositivos importantes de grande interesse industrial. O Feiticeiro de Menlo Park (The Wizard of Menlo Park), como era conhecido, foi um dos primeiros inventores a aplicar os princípios da produção maciça ao processo da invenção.
O filme mostra o desfile dos membros do “New York’s Finest”, em uma Union Square lotada de gente. Podemos ver membros do Esquadrão da Bicicleta, cavalos montados, e duas bandas do regimento. No momento da filmagem, o departamento de polícia da cidade de Nova Iorque ainda estando tentando se recuperar dos escândalos de corrupção do início dos anos 1890, que severamente mancharam a reputação do departamento. Um grupo designado pelo Estado-Senado, conhecido como a Comissão Lexow, tratou de investigar emitindo um relatório contundente que mostrava em detalhes as graves atividades criminosas dentro do departamento. Em 1895, a opinião pública era tão desfavorável que o desfile anual não foi realizado. Naquele mesmo ano, Theodore Roosevelt foi nomeado diretor Chefe da Polícia e a ele foi atribuído o início de uma rigorosa e eficaz reforma que incluiam medidas que ajudaram a restaurar a confiança do público na polícia.
*Auguste Marie Louis Nicolas Lumière (1862-1954) e Louis Jean Lumière (1864-1948) foram os criadores do Cinematógrafo, um dispositivo de projeção elegante e tecnicamente bem simples que revolucionou o início da indústria do filme. Os Lumières enviaram equipes pelo mundo todo para gravarem uma grande variedade de cenas e imagens. O catálogo da empresa Lumière chegou a incluir uns 1.200 títulos, todos disponíveis para venda e que eram exibidos aos públicos de diversos países.
Estes curta-metragens dos Irmãos Lumière retratam dois eventos tradicionais de Sevilha, na Espanha, conforme ocorreram nos últimos anos do século XIX: a Semana Santa e as touradas (la corrida de toros). A procissão da Semana Santa, realizada durante a semana antes da Páscoa, incluia um magnífico espectáculo de carros alegóricos (pasos) transportados pelas ruas da cidade por equipes de carregadores (costaleros). Os penitentes (nazarenos), vestidos em trajes teatrais com capas e capuzes, acompanhavam a procissão. O filme a seguir mostra os matadores lutando contra os touros na arena, auxiliados por uma comitiva de porta-bandeiras, espadachins e lanceiros montados a cavalo e, ao fundo, uma multidão aplaudindo.
* Humberto Mauro (1897 – 1983) foi um dos pioneiros do cinema brasileiro. Fez filmes entre 1925 e 1974 sempre com temas regionais. A Velha a Fiar (1964) ilustra a canção popular de mesmo nome, executada pelo Trio Irakitã. O filme é considerado o primeiro videoclipe brasileiro e um dos primeiros do mundo.
A humanidade tem demonstrado, nas últimas décadas, uma grande preocupação com o avanço tecnológico que pode desencadear na inteligência artificial independente. Dizer “a humanidade” pode parecer um tanto exagerado, pois o tema tem sido tratado principalmente pela literatura de ficção científica e pelo cinema. Apesar disso, é provável que todo mundo já tenha pensado no assunto e ter sentido um princípio de pavor.
Máquinas que começam a tomar decisões por conta própria é algo realmente assustador. HAL é o computador que tomas as rédeas de uma missão espacial em 2001, Uma Odisséia no Espaço. Em Matrix, a humanidade é escravizada para gerar energia para as máquinas que dominam a terra. Esses são apenas alguns exemplos do que seria esse tal futuro iminente.
Pensar no caminho inverso, entretanto, não é tão comum. Mas é o caminho que temos trilhado. Hoje, homens são tratados como máquinas com naturalidade, sem que ninguém se dê conta do fato. Aliás, quase ninguém.
Em Aprender a Rezar na Era da Técnica, do português Gonçalo M. Tavares, o personagem principal, Lenz Buchmann, é um médico que trata a humanidade racionalmente e com indiferença para atingir seus objetivos pessoais. Sua relação com os doentes e com a doença é puramente técnica: “a sua aproximação do sofrimento era individual; não aceitava o sofrimento emprestado de outros; a compaixão era um sentimento desnecessário, ou, como o próprio Lenz referia, uma ferramenta inútil para a existência, que tecnicamente nada resolvia; alguém segurava num martelo para unir dois tecidos” (p.66).
Com o avanço tecnológico e científico, somos tratados como coisas que podem ser divididas em pedaços. Assim a medicina consegue se especializar em partes do corpo e não somos mais algo vivo e uno, mas uma máquina com engrenagem a ser estudada. Essa indiferença ao indivíduo é demonstrada de maneira divertida, e bastante crítica, pelo grupo inglês Monty Python, quando o barulho das máquinas é mais importante que a ação complexa da natureza, nesse trecho do filme O Sentido da Vida:
É, então, com naturalidade que aceitamos e nos submetemos a uma avaliação antes feita às máquinas. Conceitos como desempenho, eficiência e resultado, antes aplicados pela engenharia a maquinários, agora são usados para avaliar (ex) seres humanos, que precisam competir com seu próprio invento, já que são inúmeros os postos de trabalho que são mecanizados e extintos. Temos que otimizar nossa existência e nosso tempo, pois tempo é dinheiro e dinheiro é o que mede tudo.
Em Manifesto Contra o Trabalho, o Grupo Krisis estuda essa adoração ao “deus” trabalho, que está cada vez mais escasso, em vias de extinção, segundo os autores, o que pode ser o reflexo dessa crise internacional que estamos passando hoje. E quanto menos trabalho há, mais eficientes precisamos ser, assim vestimos a camisa da empresa e agimos “para o trabalho” quando estamos em casa, de férias, com amigos. Somos neo-máquinas prontas para sermos indispensáveis ao sistema. “Cada segundo é calculado, cada ida ao banheiro torna-se um transtorno, cada conversa é um crime contra o fim autonomizado da produção” (p.34).
Nos submetemos a isso, porque precisamos ser os melhores. Não melhores pessoas hoje do que fomos ontem, mas melhores que os outros. Se é o dinheiro que mede tudo, na prática, para sermos melhores, precisamos nos apresentar como os mais eficientes. Temos que ter a família mais aparentemente adequada, essa obsessão da classe média, não é possível dizer feliz, porque isso não está em questão. Somos melhores quando vivemos no primeiro mundo, somos brancos, homens, adultos, temos o carro do ano mais caro e exclusivo, além de todo o tipo de acessório top de linha e de marcas caras que nos tornarão capazes de desempenhar de maneira mais eficiente nossos papéis nas engrenagens sociais.
Mas isso gera consequências nefastas nas pessoas. Solidão, ansiedade, depressão são as companheiras de grande parte da população mundial. Como novos mecanismos produzidos pela tecnologia, buscamos a cura em “manuais de instrução”, daquele mesmo tipo que procuramos quando o liquidificador enguiça. E são manuais que te ajudam a se auto-ajudar com processos simples e eficazes. Você aprenderá a ser alguém vencedor e ter amigos, a otimizar seu tempo, a educar seu filho para um desempenho de sucesso e assim por diante.
Caso os manuais não ajudem, a indústria farmacêutica o fará. Com muita facilidade desajustes que podem diminuir seu desempenho serão eliminados por algum medicamento. Uma cápsula para dormir, outra para acordar. Um comprimido para deixar de ficar ansioso, outro para eliminar a tristeza. Crianças com seus distúrbios de atenção controlados e domesticados. Homens com total controle de suas ereções. Num futuro próximo, poderemos até eliminar os traumas com apenas uma pílula.
Inventamos as máquinas porque éramos seres frágeis diante da natureza selvagem, e desde o uso da primeira lança de madeira, nos primórdios da humanidade, as coisas perderam um tanto o controle. No livro Cabeça de Ferro, editado pela Imprensa Canalha, Luiz Luiz afirma que “com a máquina metamorfoseando-nos. De animal subjugado e indefeso fomo-nos gradualmente nos tornando em ser dominante.(…) Admirados pelas suas capacidades e pelo nosso engenho, acabamos por vezes submetidos a ela. Depois de vencidos pela Máquina num jogo de xadrez, parece estarmos agora a perder o jogo da Humanidade (…)”.
É neste ponto que estamos. Ao invés das máquinas pensarem como homens e dominarem o mundo, são os homens que passam a (não) pensar como elas e se subjugam por livre espontânea vontade. É tão grande a carência de humanidade, que isso passa a se refletir até na ficção comercial. A animação vencedora do Oscar este ano conta a história de um robô emotivo, que sente saudade do tempo em que o planeta era habitado por seres vivos. Wall-e pode ser apenas mais uma projeção do que já é real e está instaurado entre nós, mas ainda não estabelecido, por enquanto.
O filósofo alemão Martim Heidegger manifestou sua indignação com os rumos que o homem escolheu para si, preferindo ser um “monstro da técnica” e se afastar daquilo que devia importar e que faz do homem, homem. No livro Introdução à Metafísica, de 1953, ele escreve algo que resume um pouco tudo isso e é esse trecho que uso como conclusão. Que fique como uma reflexão:
“Quando o mais afastado rincão do globo tiver sido conquistado tecnicamente e explorado economicamente; quando qualquer acontecimento em qualquer lugar e a qualquer tempo se tiver tornado acessível com qualquer rapidez: quando um atentado a um Rei na França e um concerto sinfônico em Tóquio puder ser ‘vivido’ simultaneamente; quando tempo significar apenas rapidez, instantaneidade e simultaneidade e o tempo, como História, houver desaparecido da existência de todos os povos; quando o pugilista valer, como o grande homem de um povo; quando as cifras em milhões dos comícios de massa forem um triunfo, – então, justamente então continua ainda a atravessar toda essa assombração, como um fantasma, a pergunta: para quê? para onde? e o que agora?”(p. 64).
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UPDATE – Entre as milhões de coisas que esqueci de citar neste texto, não poderia deixar de fora a música Man Machine, do Kraftwerk, que é a posição do grupo sobre este assunto. Vídeozinho da tour Minimum-Maximum que encontrei no youtube.
Faz pouco mais de uma semana que a trilha sonora da vida aqui no cerrado tem sido as cigarras. Pelo menos da minha vida.
No caminho de casa pro trabalho, que faço a pé, elas estão por toda a parte. Parece uma rave, com uma batida eletrônica constante de fundo. Dia e noite. Às vezes elas me acordam às quatro da manhã, como se quisessem dizer algo.
Não é a primeira vez que tenho essa impressão, de que há uma mensagem oculta no cri-cri que elas fazem em vários tons. É como num filme de suspense em que algo de muito sério está para acontecer e a música vai se tornando cada vez mais tensa.
Para elas, é só o momento de acasalarem, pouco antes da chuva começar definitivamente por aqui. Para mim, ainda não sei, mas estou com a sensação de algo está prestes a acontecer . E acho que vai ser como num filme: a música fica mais tensa; o monstro aparece e bu; fade out; tela preta; fade in; dia, um quintal, crianças brincando.
* Fêmeas põem seus ovos e morrem logo depois. Os ovos eclodem.
* Os insetos jovens (ou “ninfas”) caem no chão e entram na terra.
* As ninfas vivem na terra por 4 a 17 anos (depende da espécie) se alimentando da seiva de raízes.
* Depois desse período, elas cavam túneis, sobem nas árvores e sofrem uma metamorfose, a ecdise, se tornando adultas e prontas para o acasalamento.
* O acasalamento ocorre geralmente durante os meses quentes do ano, o que varia de acordo com a região geográfica. Neste período, que dura cerca de um mês, elas gritam.
Ficha Técnica: Zackarias Nepomuceno
Túlio Flávio – Voz e Guitarra
Ciba – Baixo
Jubaléo – Bateria
Direção: Sabrina Bitencourt e Igor Cabral
Atriz Convidada: Paula Sanmartín
Fotografia: Igor Cabral
Arte: Sabrina Bitencourt
Figurino: Camila Ferza e Fabíola Trinca
Still: Érica Rocha
Telas: Maria Lídia Magliani
Colaboração: Bruno Carneiro, Bruna Spaniol, Júlio Castro e Maurício Chiari
Rio de Janeiro – Brasil – 2008
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*Túlio Flávio é paraibano, músico, gosta de ouvir Zackarias Nepomuceno e A Mãe de Quem?. Mora no Rio de Janeiro.
www.zackarias.cjb.net
*Videoclipe da música Preciso Te Deixar, editado de apresentações de Os Haxixins, grupo de garage rock paulistano que está lançando seu primeiro LP em vinil pela Groovie Records, de Lisboa. Contatos no endereço: www.myspace.com/oshaxixins.
bzzt! diz:
e agora podemos postar o japa?
E.T. diz:
é sobre o que o vídeo?
bzzt! diz:
sobre como aproveitar bem a boa vontade dos outros, no caso o japa
E.T. diz:
esses são os bastidores, o enredo, ao meu ver, é sobre a destituição político-social que todos nós possuímos em nossa pseudo-democracia
E.T. diz:
concordas? o interessante é como o vídeo foi feito… vc se lembra? um parto às avessas
bzzt! diz:
bem, o q eu disse tem a ver como ele foi feito, não?
E.T. diz:
claro, mas vc se lembra que o compromisso durante a filmagem era diferente do mesmo quando posteriormente foi feito o roteiro, que se modificou na montagem?
bzzt! diz:
concordo com o q tu disse sobre a situação social
bzzt! diz:
bem, eu levei em conta o q tínhamos e o q dava pra fazer com aquilo
E.T. diz:
ele é um descamisado engravatado!!
E.T. diz:
sim, graças a você e seu espírito ecológico o material não foi pras cucuias
bzzt! diz:
acho realmente q o japa teve muita boa vontade
bzzt! diz:
muito
E.T. diz:
teve demais, embora ele não seja exatamente um, digamos, ator profissional
bzzt! diz:
arrumou o figurino, foi paciente…
bzzt! diz:
pagou o mico
E.T. diz:
mas emprestar o terno. ir de manhã cedo para o centro, topar da noite pro dia em assumir o papel, isso tudo foi graças ao japa, e não aos pré-produtores, que inclusive fizeram um vídeo poesia, tal qual planejado bem ruim, e não nos colocaram nos créditos, e mais vieram cobrar
bzzt! diz:
kkk
bzzt! diz:
os produtores eram muito estrelas
bzzt! diz:
foi o filme do filme
E.T. diz:
embora nao tivessem a mínima experiência com o audiovisual
E.T. diz:
mas tinham comprometimento, embora desviado, tenhamos que assumir
bzzt! diz:
eu lembro do cara dizendo – mas é assim q vou ganhar nota e é assim q eu quero
E.T. diz:
Graças a Deus nosso vídeo nunca entrou na academia
bzzt! diz:
seria queimação pra gente
E.T. diz:
demais, lyceu rulesx
bzzt! diz:
pois bem, então pra mim foi um filme de edição, uma brincadeira de dar sentido praquelas imagens.
E.T. diz:
exato, e o método do roteiro compartilhado simultaneamente também foi um exercício muito frutífero, produtivo e gratificante, deveria ser repetido mais vezes
bzzt! diz:
claro, foi um exercício de comunicação massa
E.T. diz:
fico honrado em ter feito um vídeo 200% com você
bzzt! diz:
500 com o acaso
E.T. diz:
há quem fale mal da paquerada do japa no final, mas creio que reflete uma falta de sensibilidade
E.T. diz:
1000% agora que será postado em nosso blog coletivo
bzzt! diz:
ah, falta de senso de humor. preciosismo bobo
E.T. diz:
conheço um cara que é “crítico”. além dele falar difícil pacas, sempre qualifica as obras de acordo com parâmetros e conceitos pré-estabelecidos, ou seja, um pé no saco, principalmente levando em conta esse vídeo exatamente
bzzt! diz:
ignoro
bzzt! diz:
não q exista, a existência
E.T. diz:
pois bem, que o público se divirta, reflita sobre a vida estética, e faça sua própria crítica da faculdade de julgar kantiana, como é de se esperar…
bzzt! diz:
sim, não tem q fazer sentido
bzzt! diz:
por si, digo
E.T. diz:
a leitura interpretativa das obras de arte perpassam o horizonte de conhecimento do sujeito, e por isso o fascínio das artes, falando agora em termos gadarmianos sob interpretação pensativa
E.T. diz:
divaguemos mais surrealisticamente, faz favor
bzzt! diz:
kkk
bzzt! diz:
pior q fez sentido pra mim
E.T. diz:
vc acha que este texto ficará robusto demais par aos nosso leitores dedicados do além tejo?
bzzt! diz:
acho que ficará piroso comum
bzzt! diz:
como eles dizem
bzzt! diz:
tive q olhar no dicionário
E.T. diz:
dictionarys suxs, legal, são divertidíssimos.
E.T. diz:
deveríamos brincar mais de escrever juntos
bzzt! diz:
eu gosto disso. tá lendo o q?
bzzt! diz:
tá sem tempo?
E.T. diz:
bem, eu li a metafísica do príncipe da filosofia, e agora pretendo reler o ensaio sobre o cinema
bzzt! diz:
quem é o tal príncipe?
E.T. diz:
Aristóteles, discípulo que superou o próprio Pai – Platão
bzzt! diz:
nunca li
E.T. diz:
vc deveria ler também, pra gente metamorfosear juntos
bzzt! diz:
tu gosta das tragédias?
E.T. diz:
gosto sim, embora alguns arquétipos sejam pesados para conceber da maneira usual
E.T. diz:
creio que agora já podemos postar
bzzt! diz:
sim. dá pra resumir, pr
E.T. diz:
enviemos para a redação, sil vous plait.
bzzt! diz:
kkk
E.T. diz:
bye, my friend
bzzt! diz:
. tu pode cuidar disso, plz?
E.T. diz:
até breve = cuido
bzzt! diz:
bj, véi
.
* Tiago Penna é candango, professor de filosofia, videasta, roteirista, produtor e mais outras coisas em audiovisual.